quinta-feira, 1 de abril de 2010

1º DE ABRIL: DIA DA.......POLÍTICA!!!!!

Certamente este dia é uma homenagem a muitos dos nossos ilustres políticos!
Sintam-se homenageados.
O dia da mentira deveria se chamar o dia da política, da pizza, do mensalão......Pois é aí que ela rola solta!!!
É 1ª de Abril, eles roubaram e a gente não viu!!!
ou...
Nossa política é linda, eles dizem que não roubam e o povo finge que acredita!!!
Ohhh, "racinha" mentirosa!

quarta-feira, 31 de março de 2010

Curiosidade!!


Hoje recebi um e-mail de uma pessoa de que nunca ouvi falar. Fazia às vezes de um amigo, dizia que estava me avisando de que haviam falado mal de mim num blog qualquer da vida. Mandava um anexo com os supostos dizeres maldosos ao meu respeito. Na hora gelei, pensei: como assim, quem são, quero ver.....Depois me acalmei, parei, reli e concluir com uma obviedade gritante: VÍRUSSSSS!!!

É como dizem: a curiosidade mata!!!! 

Neste caso, meu mundo virtual se apagaria para sempre numa clicada inconseqüente de uma curiosa afobada como eu.
Estes delinqüentes virtuais são "F", conseguem o que querem mediante a coisa mais simples: a curiosidade alheia!!!

Menos curiosidade nessa mente, menina!! - Deve ter gritado desesperadamente meu PC frente à morte súbita a qual o encaminhava.

E também....

Ufaaa!!! - Quando salvo no último momento pela razão que disse: Tenho certeza que se trata de vírus, mas se não for dane-se os outros "falem mal, mas falem de mim"...hehehehehe

Sábia razão!!!

Todos já sabiam!!

Todos já sabiam ou pelo menos desconfiavam. Que bom que saíste do armário Ricky! Agora segue teu rumo com alívio na alma.....anos de peso nas costas.....os outros que se danem!!

segunda-feira, 8 de março de 2010

DIA INTERNACIONAL DA MULHER

Hoje, dia 08 de Março, é o Dia Internacional da Mulher e como de costume recebi inúmeras mensagens referentes a este meu dia e de outras tantas mulheres do planeta. Porém, o que mais me chamou a atenção foi ver que entre essas mensagens de felicitações , haviam também aquelas de contrariedade a esta data.

Pelo que pude entender, a contrariedade é meio que motivada pela questão de ser esta data uma mensagem de inferioridade da mulher. Creio que há mulheres que acham que ter um dia só delas é uma inferioridade frente aos homens, pois defendem que a mulher não precisa mais de um dia em especial, pois já estão firmadas e fortes entre os homens.

Todavia, eu discordo totalmente deste pensamento. Acho que a mulher deve sim ter um dia em sua homenagem, pois tudo que foi construído com garra, força e luta deve ficar registrado, e nada melhor do que fazer este registro mediante uma homenagem datada.

Para quem não conhece a história das mulheres e a luta pelos seus direitos, aí vai uma breve resenha dos fatos mais importantes que consegui pela Internet:

"A história do Dia Internacional das Mulheres começa com a inserção das mulheres no mercado de trabalho após a Revolução Industrial. As mulheres saíram dos lares, mas não conseguiram os mesmos direitos que os homens.

Em 8 de março de 1857 em Nova York as mulheres protestavam contra as más condições de trabalho e salários menores do que os dos homens. Situação que ainda perdura até os dias de hoje, mas graça a Deus, com menos intensidade.

O incêndio da fábrica da Triangle Shirtwaist, também em Nova York, não aconteceu em 8 de março como se supõe e nem ocorreu devido aos protestos femininos. O boato sugere que durante o protesto as mulheres teriam sido trancadas e queimadas vivas totalizando 129 trabalhadoras queimadas vivas. No verdadeiro incêndio, o pior da cidade de Nova York, morreram 146 trabalhadoras. O incêndio de Triangle Shirtwaist ocorreu em 25 de Março de 1911. Os protestos por melhores condições de trabalho se seguiram nos anos seguintes.

Em 1908, 15 mil mulheres exigiam nas ruas de Nova York redução de horário de trabalho, melhores salários e o direito ao voto. A primeira comemoração do Dia Internacional da Mulher foi realizada em 28 de Fevereiro de 1909, nos Estados Unidos, motivada pelo Partido Socialista da América.

Em 19 de março de 1909 ocorreram protestos na Alemanha para relembrar as promessas não cumpridas pelo rei da Prússia aos direitos das mulheres. Em 1910, na primeira conferência internacional sobre a mulher, realizado na Dinamarca, o dia 8 de março foi declarado Dia Internacional da Mulher. No ano seguinte um milhão de pessoas celebraram a data em alguns países da Europa.

O Dia Internacional da Mulher de 1917 foi uma importante data para a Revolução Bolchevique na Rússia. Cansadas da guerra e opressão as mulheres aproveitaram a data para forçar a retirada das tropas russas da Primeira Guerra Mundial através de uma greve geral. Quatro dias depois o tsar Nicolau II foi deposto do cargo. O Governo Provisório garantiu às mulheres o direito de votar. O Dia Internacional da Mulher se tornou oficial graças aos esforços da feminista Alexandra Kollontai para relembrar a luta das mulheres por melhores condições de trabalho e direitos políticos.

Em Moçambique o Dia da Mulher Moçambicana é comemorado em 7 de abril, data da morte de Josina Machel, esposa do primeiro presidente de Moçambique. Assim que o país conquistou a sua independência de Portugal em 1975 a data foi oficializada como feriado nacional. Josina Machel integrou a FRELIMO (Frente de Libertação de Moçambique) quando jovem, casou-se com o futuro presidente. Josina Machel morreu vítima de doença em 7 de abril de 1971. "

Ainda, sobre a historia da procura das mulheres pelos seus direito, devemos frisar, especificamente, as das brasileiras. Então, aqui vai outro textinho que encontrei sobre nós, mulheres brasileiras:

História das mulheres

Do Diário do Grande ABC

"A partir das modificações em relação ao gênero feminino, ocorridas no final do século 20, questões importantes foram trazidas para o âmbito da História das Mulheres. Como perceber as transformações na vida das mulheres no passado? Como essas mudanças afetaram o relacionamento entre gêneros?

Nas relações familiares e de trabalho desde o Brasil Colonial (1500-1822), as mulheres atuavam em múltiplas atividades, como escravas tecedeiras indígenas, escravas africanas quitandeiras, libertas quituteiras e lavadeiras, viúvas chefes de fogos e proprietárias escravistas senhoras de engenho. É preciso observar também que não foram poucas mulheres capazes de acumular pecúlio, por meio da administração de bens e mão de obra.

No entanto, no decorrer dos séculos 19 e 20, as mulheres inseriam-se, de maneira significativa, no mercado de trabalho formal, como professoras, operárias, trabalhadoras domésticas, modistas, comerciantes, advogadas, médicas, engenheiras, dentistas, enfim, profissionais liberais. Conviviam juntamente com os homens nos ambientes de trabalho, porém, muitas vezes, recebendo salários menores, assim como cargos inferiores, apesar de terem as mesmas ou melhores qualificações. Além disso, tinham dupla jornada de trabalho.

No que se refere à sexualidade, as mulheres adquiriam novos status com o uso de métodos anticoncepcionais, bem como a luta pela igualdade no relacionamento amoroso, apesar das leis proibitivas contrárias ao casamento do mesmo sexo e ao aborto. Assim, a liberação sexual feminina ocorre por meio de um longo processo de lutas, conflitos e negociações.

No passado, as mulheres, sofreram com as construções morais religiosas, sendo acusadas pela Igreja - que era intrinsecamente relacionada ao Estado até a Proclamação da República em 1889 - de feiticeiras, pecadoras, curandeiras, diabólicas, bem como de manter relações ilícitas e possuírem filhos ilegítimos. Mulheres, principalmente índias e mulatas, eram representadas como de vida fácil, sempre disponíveis aos senhores escravistas, ou até ao clero regular e secular.Os padrões familiares e de comportamento feminino foram rígidos no Brasil desde o período colonial, por intermédio da cultura patriarcal, escravista e cristã. Fazia parte do ideal feminino que a mulher fosse enclausurada, submissa, obediente ao pai, irmão e marido, zelosa dos filhos, prestativa aos senhores.

Na esfera política, o direito ao voto, no Brasil, a partir de 1934, não significou a participação das mulheres no Executivo e Legislativo, sendo ainda difícil conseguirem cargos como prefeitas, governadoras, ministras e até presidente. Com a ascensão no poder, há ainda resistência e preconceito quando exercem cargos administrativos relevantes. No entanto, somente nos finais do século 20, com a redemocratização, conseguiram por meio de lutas chegar até alguns pontos altos na vida pública brasileira.

No campo cultural, foram significativos os trabalhos de artistas e intelectuais como Anita Malfati, Tarsila do Amaral, Patrícia Rehder Galvão (Pagu), Raquel de Queizoz, Clarice Lispector, Zélia Gatai, Lygia Fagundes Telles. Essas mulheres conseguiram destaque graças ao próprio empenho e ao movimento de emancipação feminina, que revolucionou o século 20.

É preciso destacar o papel de Pagu (1910-1962), escritora que se tornou órfã aos 10 anos, casou três vezes - o segundo matrimônio com Oswald de Andrade -, abortou aos 14, filiou-se no Partido Comunista em 1931 e foi a primeira mulher presa política no País durante a ditadura de Vargas. Trabalhou como tecelã e, apesar de não cursar universidade, escreveu obras relevantes como Parque Industrial (1933) e fez importantes críticas literárias. Além de tudo isso, tentou suicídio várias vezes. Apesar de angustiada com a vida, participou de maneira radical do movimento social de emancipação das mulheres, bem como as suas companheiras intelectuais e artistas.

Sua descrição literária mais triste é a trajetória de vida da mulata costureira Corina. Ao descrever o cotidiano das mulheres trabalhadoras, Pagu afirma: "As seis costureirinhas têm olhos diferentes. Corina, com dentes que nunca viram dentista, sorri lindo, satisfeita. É a mulata do atelier. Pensa no amor da baratinha que vai passar para encontrá-la de novo à hora da saída. Otávia trabalha como um autômato. Georgina cobiça uma vida melhor. Uma delas murmura, numa crispação de dedos picados de agulha que amarrotam a fazenda.

- Depois dizem que não somos escravas".

Observa-se, assim, a importância da literatura na reconstituição dos problemas do universo feminino e as conquistas das mulheres no decorrer da história. Todavia, para a maioria das brasileiras, é necessário observar que as condições de vida ainda são penosas. Pode-se encontrar mulheres violentadas e exploradas pelos maridos, mães solitárias, excluídas das condições mínimas de Saúde e Educação. Enfim, apesar da histórica atuação e das conquistas, é difícil encontrar igualdade e tolerância às diferenças quando se trata de todas camadas sociais, e de todas as regiões do Brasil.

Igor de Lima é doutorando em História Econômica na USP e pesquisador do Cedhal (Centro de Estudos de Demografia Histórica da América Latina) da USP."

E AÍ, será que depois desse apanhado histórico a nosso respeito não merecemos mesmo um dia em nossa homenagem?

Eu não tenho a menor dúvida que sim, que merecemos mesmo este dia!
O vergonhoso não é ter um dia representando as nossos conquistas em busca da igualdades de direitos, mas sim, ver que alguns direitos que hoje queremos tanto ter nos fazem perder um pouco do nosso referencial feminino. Na verdade nem são direitos, mas sim posturas que não levam a nada, posturas que deveriam continuar sendo só dos homens mesmo!

Pois como diz o preceito fundamental da isonomia: devemos tratar os iguais de maneira iguais e os diferentes de maneira diferente na proporção de suas diferenças! Portanto, neste questão determinadas atitudes masculinas são diferentes das femininas e, portanto, devem continuar sendo diferentes em suas proporções! No demais, os direito serão iguais e tratados como iguais, sem discriminação de sexo, raça e religião!!

E VIVA O DIA MUNDIAL DA MULHER!!!

Mulher (Sexo Frágil)
Letra: Erasmo Carlos

Composição: Erasmo Carlos e Narinha

Dizem que a mulher é o sexo frágil

Mas que mentira absurda

Eu que faço parte da rotina de uma delas

Sei que a força está com elas

Vejam como é forte a que eu conheço

Sua sapiência não tem preço

Satisfaz meu ego se fingindo submissa

Mas no fundo me enfeitiça

Quando eu chego em casa à noitinha

Quero uma mulher só minha

Mas pra quem deu luz não tem mais jeito

Porque um filho quer seu peito

O outro já reclama a sua mão

E o outro quer o amor que ela tiver

Quatro homens dependentes e carentes

Da força da mulher

Mulher, mulher

Do barro de que você foi gerada

Me veio inspiração

Pra decantar você nessa canção

Mulher, mulher

Na escola em que você foi ensinada

Jamais tirei um dez

Sou forte mas não chego aos seus pés

O ANTI-HERÓI DA VEZ



Entre tantas definições a respeito do que realmente é um Anti-herói a mais usual para defini-lo é aquela que o deixa no meio termo entre o herói e o vilão. O Anti-herói possui qualidades heróicas, porém suas falhas são muito mais visíveis do que suas qualidades,por outro lado essas falhas também não o aproximam de forma a equipará-lo a um vilão. Assim, ao meu ver, o Anti-herói paira no limbo existente entre as definições desses dois personagens antagônicos: o herói e o vilão.

Como em todo o reality show, a mídia mais uma vez nos deu a oportunidade de transformar pessoas comuns em heróis, vilões e até em Anti-herói. E a "bola da vez" é Marcelo Dourado que no primeiro BBB que participou foi transformado no Vilão, àquele odiado por todos por tramar maneiras de eliminar os digamos assim "mocinhos" daquela edição.

Nesta edição, Dourado vem com a missão de mudar sua imagem e parece de certa forma estar conseguindo. Demonstra estar mudado, mais maduro e menos impulsivo, contudo ainda há em sua personalidade atitudes que fazem o povo lembrar daquele velho Dourado, o vilão da edição 3 do BBB.,

E nessa indecisão do que realmente é no jogo (vilão ou herói) torna-se de certa forma o Anti-herói dessa edição. Na verdade, é assim pois sua maturidade conflita-se com a sua brutalidade; é como uma pedra bruta, necessita ainda de um bom polimento para ter credibilidade total de bom moço. Sua aparência física também em nada ajuda que se apague de uma vez a sua antiga imagem.

Para piorar, ainda é taxado por um grupo de ativistas homossexuais de homofóbico, porém discordo totalmente disso, pois não gostar de saber que dois homens se relacionam não o torna homofóbico. As pessoas têm o direito de não gostarem de determinadas atitudes, é um direito! O que não se pode é discriminar de maneira a excluir uma pessoa socialmente só pela sua opção sexual. Aliás, se realmente Dourado fosse homofóbico seus votos seriam sempre em Dicesar e Serginho, o que não ocorre!

Dourado é amem ou odeiem! É autêntico, mas ao expressar-se fere, é que a verdade dói. Talvez não tenham lhe contado, mas vivemos numa sociedade hipócrita e algumas verdades não devem ser ditas ao custo de ao falá-las ser mau visto. A parerencia também conta muito, e na maioria das vezes se julga apenas olhando a cara e não o coração.

Com isso tudo Dourado perde ponto, torna-se vilão! Entretanto, dessa vez, deu tempo, e ele pode mostrar um pouco do que se esconde atrás daquela cara de "bad boy": um grande coração! E assim, também torna-se herói.

Resumindo: Dourado vai para o paredão julgado como um vilão, permanece com a atitude de um herói e volta com a consagração de um pouco de tudo isso, ou seja, como um Anti-herói.

Na real,passada todas essas polemicas que o envolvem, será apenas o mocinho dessa edição ao final!

quinta-feira, 4 de março de 2010

Fatos da Vida

Já faz 10 anos que me formei no colégio e nestes últimos tempos tenho visto com mais freqüência alguns dos meus antigos colegas de colégio, assim como tenho informações mais atuais dos demais que não vejo. E o curioso nisso? Nada! Pelo menos para muitos que não têm nada haver com essa história. Porém, para mim, digamos assim, tem! Principalmente quando lembro de todos a época da escola; lembro-me das nossas expectativas em relação ao futuro, assim como as projeções que tínhamos a respeito do que cada um se tornaria um dia na vida.

É tão engraçado constatar que hoje muitos daqueles garotos que pareciam já decididos e determinados sobre o seu futuro estão totalmente perdidos em relação àqueles outros que achávamos que não teriam futuro algum. Acreditem, meus colegas mais "crianções" são hoje homens decididos e confiantes! Do outro lado, os meus colegas que desde o primeiro ano do ensino médio já estudavam para o vestibular do ITA (uma das faculdades mais difíceis de ingressar), hoje estão perdidos sem saber o que fazer da própria vida, alguns desses ainda tentam a sorte pelo mundo, projetando falsas ilusões de sucesso em outros países quando a verdadeira conquista encontra-se muito mais perto, aqui! Penso eu!

 Em que pese a minha estranheza e até um pouco de decepção com alguns, fico muito feliz pelos que conseguiram! A arte de crescer não é nada lógica e vencer ela é uma grande conquista!

A vida é relamente como dizem uma "caixinha de supresas" e não podemos com certeza julgar de forma preciptada os outros, pois as coisas acontecem e muita coisa muda. Crescemos! Alguns crescimentos no entanto podem apenas ser físico! O que importa é que a vida nos dá sempre chance de crescer! Novamente repito, estou muito feliz de saber que aqueles meninos aonde não se via nada, hoje são homens dos quais nos orgulhamos!

 O mundo gira!!! hehe

EEEE saudade do colégio!!!

segunda-feira, 1 de março de 2010

Bem que minha mãe avisou!


Minha mãe sempre me disse que determinadas brincadeiras não se faz. E sempre procurei evitá-las, mas estes dias...que mancada!!

Em um sábado à noite me reuni com alguns amigos. Decidimos que o cardápio da noite iria ser Xis, mas o qual queríamos não entregava no endereço aonde estávamos. Assim, encomendamos por telefone e depois fomos eu e mais dois amigos buscar a encomenda enquanto o resto do pessoal, incluindo o meu noivo, ficou assistindo o BBB na TV.

Tudo corria muito bem! Chagamos no Xis e eles já estavam prontos, decidimos buscar uns refris e já tinha um postinho logo ali. Entretanto, quando tudo corria tranqüilo e super rápido, a amiga que estava junto comigo achou que tinha perdido o telefone. Por mais que disséssemos que tinha ficado na casa aonde estávamos, ela não se acalmava e, então, do pedido para eu ligar para o seu telefone, a fim de localizá-lo, as coisas começaram a degringolar.

Peguei meu telefone e disquei para o número da minha amiga mesmo pensando que certamente seu telefone estava sã e salvo junto com o resto do pessoal que nos esperava em casa. Achei que sendo o telefone dela ninguém iria atender, mas não foi bem assim. Liguei e quando estava quase que desligando alguém lá da casa atendeu o telefone, na hora não pensei em nada, pois achei que ninguém iria atender. Assim como "mente vazia é casa do diabo", não é que me bateu a maior idiotice do mundo e do nada gritei: socorro,socorro!! E para piorar, a linha caiu e o pessoal resolveu ligar para se certificar sobre aqueles gritos e aí, como já disse, para piorar ainda mais as coisas o diabo não habitava só a minha cabeça, mas a da minha amiga também, pois não é que a infeliz resolveu repetir a dose e novamente gritar: socorro, socorro!!

Óbvio, que achamos tudo engraçado e que também por óbvio os demais também estavam achando. O único com noção daquela hora foi o meu outro amigo que estava com a gente que sabiamente resgatou as palavras de minha mãe: gurias estás brincadeiras não se faz!". Logo cortamos ele: "jura, imagina, eles viram que estávamos brincando!". Porém, de repente o telefone desse meu amigo começou a tocar com um dos meus amigos que nos esperávamos do outro lado da linha perguntando se estávamos bem, se não estava acontecendo nada.

Bom resumindo essa história, quando chegamos no local aonde estava o restante da turma reunida logo que estacionamos já veio a minha amiga dona da casa gritando com a gente, dizendo que aquilo não se fazia, que eles tinham até ligado para a polícia. Quando entramos o resto também nos olhou com cara feia, a minha outra amiga, digamos assim a minha cúmplice, começou a rir, eu, como uma criança mimada vendo que fez cagada, não querendo admitir o erro, comecei a xingar esta minha amiga que nos recebeu e o meu noivo por ter entrado em pânico e, com isso, chorado (tadinho e que amorzinho). Aliás, depois envergonhada e com a "ficha" mais do que caída, entrei no banheiro e também chorei, pois havia estragado a noite por causa de uma brincadeira idiota! Nos dias de hoje essa é, acredito eu, uma das brincadeiras mais idiotas que uma pessoa pode fazer com os outros.

Depois mais calmos, soube que meus amigos choraram, brigaram entre sí, ligaram para o 190, para um primo de um que era delegado; por sorte, neste caso é claro, a nossa maravilhosa polícia não atendeu e graças a Deus o primo delegado também não, pois imaginem se tivessem atendido, aí sim a coisa estaria ainda mais feia para a gente, podíamos responder criminalmente!

Graças a Deus, a noite não foi por completa estraga ( mesmo com a minha cena cheia de razão de querer ir embora, acreditem, não satisfeita com tudo aquilo ainda paguei esse "vale" ) e até conseguimos depois de calmos tirar sarro de toda a situação. Contando assim não dá para imaginar, mas tem cenas cômicas. E olha que tudo isso não durou, juro, mais que 5 min, mas tenho certeza que para eles naquela aflição toda deve ter durado uma eternidade!

Ahhh, esqueci de contar que ainda pioramos mais as coisas, pois quando chegamos a minha amiga cúmplice ainda inventou de "fuzilar" a companhia com o dedo, o que gerou no pessoal de dentro da casa um pavor ainda maior, pois pensaram que além de sequetrados os suposto meliantes ainda tinham nos obrigado a levá-los ali, só uma amiga em sua fúria toda não se conteve e abriu a porta, mas não para nos receber, mas para nos xingar até não poder mais!

Olha, como dizem, palavra de mãe é sempre sábia!

Depois dessa, nunca mais!

Que mancada!

sexta-feira, 26 de fevereiro de 2010

Aprisionada em sí

Lendo algumas reportagens da Revista Época, deparei-me com a de uma jovem inglesa de 21 anos, chamada Mia Austins, que após sofrer um A.V.C nunca mais conseguiu mexer nenhuma parte do seu corpo a não ser os olhos. E quase que essa linda moça inglesa da foto acima não teve seus aparelhos médicos desligados, é que nem os médicos acreditavam em sua sobrevivência, mas por sorte, ou até não, ela abriu os olhos na hora em que os médicos pretendiam desligar os aparelhos hospitalares. Na reportagem diz que Mia comunica-se mexendo os olhos para cima e para baixo, sendo para cima o SIM e para baixo o NÃO.

Depois que li esta reportagem fiquei imaginando o que deve ser ficar aprisionada dentro de seu próprio corpo inerte, sem nem ao menos ter a possibilidade de comunicar-se pela fala. Deve ser a coisa mais desesperadora! Uma vez falando com uma amiga sobre o medo da morte, ela me disse que morria de medo de que ao morrer só o corpo falecesse permanecendo a mente viva, disse-me ela: "Imagina se fico eu lá dentro de mim enterrada, mas pensando, tentando gritar e não conseguindo?

Nosso corpo é realmente uma incógnita. Realmente não podemos ter mais certeza de nada, nem mais que um corpo saudável não é suscetível a doenças de corpos velhos ou doentes. Hoje sabemos que todos nós estamos sujeitos a algum tipo de enfermidade, até mesmo a de um belo dia acorda sem poder nem ao menos expressar-se. Na época de faculdade tive uma colega que um dia acordou e não conseguia mais caminhar, foi tentar levantar da cama e suas pernas simplesmente não conseguiram mais sustentá-la como recém tinham feito na noite anterior. Graças a Deus, a história dessa minha colega teve um final feliz e após um bom tempo em tratamento ela retomou a sua vida normal, caminhando sem sequelas! Assim, espero de coração que o caso dessa jovem inglesa tenha um final feliz, e, assim como o corpo é capaz de adoecer extremamente de uma hora para outra, ele também possa se regenerar da mesma forma.

Portanto, devemos, mesmo nós jovens que muitas vezes pernsamos ser intocáveis por estás doenças, aproveitar bem cada momento, não se deixar perder tempo com besteiras e bobagens dano mais valor as coisas simples e realemente importantes da vida; pois, o stress adoece também, aliás, é um dois maiores causadores de doenças como A.V.C, depressão, infarto, entre outras desse gênero.

Como já dizia a antiguidade "CARPE DIEM"!

Um ótimo fim de semana!

terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Lembranças de outros verões: àqueles três banquinhos!


Como disse no post abaixo, àquele veraneio de 1996 me rendeu inúmeras histórias. Além de aprender a dividir uma única cama com mais duas amigas, ainda tive a hilária oportunidade de dividir com essas amigas a primeira "ficada".

Não interessa todo enredo, ou até mesmo o soneto, de como tudo aconteceu, pois o mais interessante nesta história é o momento de....dar o primeiro beijo! Por óbvio que não foi bemmm o primeiro beijo, pois este aconteceu antes mesmo da primeira "ficada" em uma brincadeira de verdade ou conseqüência; talvez eu seja muito afobada e, como em muitas coisas da minha vida, antecipo alguns acontecimentos antes do principal. Portanto, quando da minha primeira "ficada" não era, na gíria dos adolescentes, BV (boca virgem). Entretanto, entrego-me, que de nada valeu naquela hora não ser mais BV, pois o nervosismo faz com que esqueçamos tudo que uma vez aprendemos.

Lembro-me perfeitamente do cenário. Estávamos sentadas ,com os "queridos", em três banquinhos um do lado do outro. Claro que não eram grudados, mas mantinham uma boa distância para ter privacidade e ao mesmo tempo trocar uns olhares de pânico com a vizinha do lado..hehehe! A minha amiga anfitriã, como na história da cama, sentou-se no banco do meio, enquanto eu fiquei no banco de uma ponta e a minha outra amiga no da outra (acho que gostamos daquela formação,heheh, talvez até andássemos assim).

Pois bem, àqueles três banquinhos foram o cenário de todo o meu pânico da, digamos assim, primeira "ficada". Eu suava frio, não sei quantas vezes fiz que ia e não fui deixando o menino que estava comigo quase que com uma distensão no pescoço. Para piorar, a minha amiga da outra ponta era totalmente destemida e, por isso, nem hesitou tascando-lhe um beijão no menino que estava com ela e colocando em mim e na minha outra amiga (a anfitriã) uma tremenda pressão de "vamos logo com isso".

Incontadas vezes fingi dar uma abraço no menino para na verdade buscar um certa ajuda moral com a minha amiga que, como eu, ainda não tinha beijado. Nos olhávamos pedindo uma para outra que nos tirasse daquela situação constrangedora ou que nos desse logo coragem de finalmente beijar o menino que estava ao nosso lado. Às vezes nos olhávamos e caíamos na gargalhada deixando os garotos sem entender nada - olha, hoje, pensando nessa história eu se fosse aqueles garotos tinha ido embora deixando aquelas meninas loucas e medrosas para trás.

Todavia, quando tudo parecia que não podia piorar, não é que a minha amiga do meio resolveu criar coragem e beijar! Só restando eu e o meu garoto no silêncio interrompido por alguns estalos de beijos. Eu já não conseguia nem mais encará-lo e as vezes lançava no ar alguns assuntos do tipo "como está quente esta noite" ou " fostes na praia hoje à tarde?", só para quebrar o climão do qual eu era a responsável.

Acreditem, mas eu demorei quase que uma hora para beijar aquele santo menino que se mantinha firme e forte ao meu lado. Creio eu que ele deveria ter entrado para o Guinnes Book de 1996 como o garoto que mais resistiu ao lado de uma garota "cagona de beijo". Tadinho!!! Com certeza também era inexperiente e numa dessas ele, assim como eu, também estava morrendo de medo de dar o primeiro passo.

Pois bem, como disse, o primeiro beijo saiu quase que uma hora depois e num momento de "chega, agora vai, foiiii", e longe do banquinho, mais precisamente atrás da churrasqueira. Mas, como não poderia deixar de ser eu tive que voltar lá no banquinho, no lugar onde todo aquele martílio começou, só para deixar também ali registrado que finalmente eu tinha "ficado" pela primeira vez com alguém e juntamente com as minhas amigas literalmente de fé.

Nos dias seguintes sempre quando íamos para praia passávamos por àqueles três banquinhos e lembrávamos de todo aquele dramalhão, principalmente do meu, e riamos muito; virei piada da turma!

Ahhh, falando do menino persistente, santa criatura, a nossa história não rendeu muito, ele tinha a língua áspera, arggggg, e eu logo me interessei por outro que engatou rápido, acho que fiquei meio safadinha, mentira!!!hehehe - até engatei um namorico que subiu a serra com esse outro!

Na verdade foi culpa da língua áspera....argggggggggg!!!

Que saudades daqueles três banquinhos, será que continuam lá?

Tomara!!!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010

Lembranças de outros verões: uma cama para três amigas!


No verão de 1996 tive a minha primeira experiência de viajar sozinha com mais duas amigas; na verdade, confesso, não foi bemmm sozinha, mas sem a companhia dos meus pais, porém na companhia da mãe de uma dessas minhas amigas.

Desse veraneio tem muitas histórias divertidas, mas uma em especial é muitíssimo engraçada, pelo menos para nós três protagonistas dela.

Bom, a história começa mais ou menos assim: alugamos um apartamento num condomínio chamado Oasis na praia de Atlântida. O apartamento era muito bom, pois ficava perto da praia, o que nos dava vista preferencial do mar, tinha duas sacadas enormes com redes, uma sala bem ampla e dois quartos ótimos; entretanto havia um único problema, nos dois quartos só haviam camas de casais e não tínhamos trazido colchões extras para qualquer eventualidade. Total ratiada! Mas eu só tinha 14 anos e ainda não tinha noção nenhuma de possíveis eventualidades em viagens, pois até aquele momento quem sempre cuidava disso era meus pais.

Na hora ficamos em choque! E agora como vamos nos ajeitar? Duas dá, mas três em uma única cama, será? Todavia, em que pesasse as nossas indagações sobre tamanho, quantidade e peso, não tinha outro jeito, teríamos que nos acomodar nos três de qualquer maneira naquela única cama disponível. Sei que até poderíamos nos dividir e uma de nós dormir no outro quarto com a mãe da minha amiga, mas vamos convir, imagina se uma de nós três iria deixar as outras duas sozinhas perdendo de participar das fofocas e segredos que sempre aparecem na hora de dormir, nenhuma por óbvio!

A primeira atitude foi ver qual a posição que cada uma de nós iria ocupar na bendita cama. Nesta hora, as personalidades meio que ditaram os locais, pois a minha amiga anfitriã, meio monopolista, decidiu que iria ficar no meio, assim, creio eu, poderia participar de todos os assuntos em primeira mão. Eu acabei ficando com a ponta esquerda perto da janela, enquanto a minha outra amiga se alojou na ponta direita por ser mais perto do banheiro e ela ser a que mais o freqüentava à noite.

Nos primeiros dias a confusão noturna imperou. Era braço na cara de uma, pontapé na outra, cabelo preso pelo outro travesseiro; a movimentação era limitadíssima e o sono interrompido inúmeras vezes em uma noite só, tanto que era raro acordarmos cedo. Ahh, uma coisa ruim era isso, pois minha amiga do meio sempre era a última a acordar, então as vezes ficava eu em silêncio acordada numa ponta e a minha outra amiga da outra ponta também, uma achando que era a única ainda acordada!

Porém, como em tudo na vida dá-se um jeito, aos poucos fomos nos acomodando (claro que antes disso, cheguei algumas vezes a cair da cama por falta de espaço para o meu lado). Criamos uma espécie de sincronismo, quando uma virava as outras conseqüentemente também, cada braço e perna foram encontrando seus devidos lugares. Era como um balé, podemos chamar de a "dança sincronizada do sono"...hehehe!!

Sei que no fim do veraneio parecia que apenas duas, como seria o normal, dividiam àquela cama de casal e não três. Acho que instintivamente nossos corpos foram se acostumando com aquela situação e nem mais acordávamos no meio da noite, a não ser para irmos no banheiro ou para nos destapar por causa do calor.

Não tivemos mais discussões do tipo "sai para lá que esse espaço é meu", "ai, tu me chutou" e por aí vai. Aprendemos direitinho a dividir os pequenos espaços com democracia. A única coisa que gerou um certo desconforto e início de discussão foi a presença constante de areia na cama, até hoje nenhuma admitiu que era a transportadora de certa quantidade de areia da praia, esse mistério ainda permanece e eu até hoje juro de pé junto, assim como as demais, que não fui eu!!!

Coitada da minha amiga anfitriã, monopolista, centralista de cama e neurótica por limpeza....hehehe! Sempre sofria com a areia e, por isso, antes de dormir batia inúmeras vezes os lençóis para ver se não restava mais nenhum grão de areia, mas admito que sempre tinha um que conseguia resistir a esta inspeção feroz e acabava sempre a pinicando no meio da noite...heheheh

Dessa experiência aprendi a dividir melhor pequenos espaço com outras pessoas, pode parecer idiota isso, mas quando se está diante de certas situações de aperto não é - que dirá os BBBs!!

A outra coisa legal dessa situação de aperto, foi os momentos de muita risada com as inúmeras situações engraçadas que aconteciam por causa daquela divisão bizarra da cama; também ficamos muito próximas como amigas, pois dividimos muitas histórias, dúvidas naquelas noites, chamávamos de o "momento de reflexão das três apertadas"...heheheh!!!

Até hoje quando lembramos damos boas risadas do nosso aperto!!!

Aiii, deu até saudade daquele aperto!

quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Lembranças de outros verões: àquela sensação de liberdade!

Quando chega esta época é inevitável, mas me bate uma nostalgia dos meus veraneios de quando criança.

Lembro-me perfeitamente que ir para praia era sinônimo de liberdade, pois na praia - principalmente para quem morava na capital - podíamos ficar na rua até tarde, dar umas esticadas até o centrinho sem a vigilância do pai ou da mãe e percorrer longos caminhos livremente de bicicleta pelas ruas. Era uma delícia àquela sensação de independência.

As brincadeiras de esconder ou de pega-pega se estendiam pela quadra inteira, era criança para todos os lados, o encarregado de procurar ou de pegar os outros sofria.

Tinha sempre o grupo dos mais velhos e dos menores que seguiam incansavelmente os maiores que, por sua vez, fugiam como o "diabo da cruz", mas não tinha jeito, pois os menores eram terríveis, sempre os achavam. Eu por ter uma irmã mais velha do que eu sempre fui do grupo dos menores. Lembro-me que "bolavamos" autos planos para seguí-los, para saber das conversas ou das paqueras que rolavam, adorávamos ser os detetives dos pensamentos e atitudes que rondavam o mundo dos maiores, mesmo eles não sendo tãoooo maiores assim.

Posso dizer que éramos motorizados, pois com nossas bikes pelas ruas o "céu era o limite", pelo menos era o que achávamos naquela época. Alguns até eram motorizados, pois antigamente na praia não havia, como hoje há, uma fiscalização de trânsito, na verdade, não havia nem leis de trânsito rigorosas como as de hoje, então muitos percorriam as ruas em cima de suas mobiletes , outros do grupo dos mais velhos, até pegavam de vez em quando o carro do pai escondido, a técnica era simples: esperavam os pais dormirem, liberavam o freio de mão e empurravam o carro até um local onde o pai ou a mãe não pudessem perceber que aquele barulho de motor era o do próprio carro.

E as reuniões dançantes?! Aiiii, era muito legal!! Sempre tinha uma em alguma garagem de alguma casa da rua. O combinado era o de sempre: meninos refri e meninas doces ou salgados; tinha sempre no fim da festa muito daquele salgadinho chamado "milhopan" esmagado pelo chão da garagem, vivíamos falando que aquilo mais parecia um salgadinho de isopor, mas sempre devorávamos do mesmo jeito. Recordo-me que  uma vez numa dessas reuniões dançantes me encantei por um menino que era meu vizinho. Ele tinha cabelos cor de fogo, a pele bem branca e o corpo bem magro e eu queria o tempo todo dançar com ele, passei a festa inteira atrás dele, até que o coitado com medo daquela menina crespa que o perseguia fugiu da festa e eu fiquei a "ver navios",hehehehe!

Os bailes de carnaval também eram muito legais! Minha mãe sempre nos levava aos bailes infantis, sempre bem fantasiada girava em volta do salão jogando muito confete e serpentina para o alto. Já crescida, quando ainda pré-adolescente, me aventurei com a minha melhor amiga pelos bailes para os maiores, na primeira noite nos fantasiamos de garotas do hip hop (acho que era isso o que mais se assemelhava aquela nossa fantasia), já na segunda noite fomos de torcedoras do grêmio. Minha melhor amiga foi chamada de pit bull por uns garotos, pois não deixava que nenhum garoto chegasse perto de qualquer uma de nós. É que na verdade estávamos com muito medo de todo aquele assédio de meninos, pois aquilo tudo era novidade. Lembro-me que minha mãe ficou uma fúria com a gente, pois tínhamos combinado que só seria uma noite, mas no fim acabamos indo em duas, o que deixou ela "P" da vida comigo, com a minha amiga e, tadinho, com o meu pai, que nos deu cobertura para quebrar o combinado de uma única noite.

Na praia ainda tive muitas outras experiências, pois foi lá que aprendi a andar de bike sem rodinha, a assobiar com os dedos e também foi aonde tentei dar o meu primeiro beijos de língua, que por sua vez não deu certo, pois quando o menino tentou deu literalmente com a língua nos dentes, nos meus dentes, pois estava tão nervosa e apavorada que os fechei....que vexame!!!!hehehehehe

Ahh, não posso esquecer, que meu pai tinha um assobio incomfundível, e quando ele assobiava sabiamos, minha irmã e eu, que estava na hora de nos recolher:

"mana, vamos que o pai tá nos chamando; tchau pessoal até mais"!!!!!

São tantas lembranças boas. Espero que a meninada de hoje também possa no futuro ter alguma dessas lembranças, apesar de hoje o medo da insegurança já rondar de forma feroz o nosso litoral. Quem sabe essas lebranças ainda possam existir dentro daqueles enormes muros que cercam os incontáveis condomínios que hoje se multiplicam por nossas praias. Quem sabe lá esse espírito de liberdade ainda se mantenha. Tomara!!!!

Que saudades dos meus  veraneios, aonde me sentia tão livre!!!!



quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

"Pseudo Celebridades Carnavalescas"

Minha gente o Carnaval está aí e, aproveitando esta data, não tem como não comentar das milhares de "pseudo celebridades Carnavalescas" que nesta época aparecem (ou reaparecem) em frente à TV tentando um minuto, segundo ou até um milésimo de fama. Esta também é a data predileta das "pseudo Celebridades" com denominação de fruta ou algo comestível qualquer (mulher melão, filé, melancia....abacaxi).
Entre uma alegoria e outra, lá estão elas tentado ser as próprias alegorias de Carnaval a atravessar a Sapucaí. Algumas nem chegam a atravessar literalmente o sambódromo, mas fazem de tudo para que sua aparição na multidão que aglomera os camarotes seja tão marcante quanto a escola que está desfilando em plena avenida. É tanta baixaria, ao meu ver, pois certamente deve ter alguém que gosta, pois se não fosse, elas não estariam na mídia rebolando seus "popozões".
Quem ganha com essas aparições são as emissoras sensacionalistas que vivem da critica a programação alheia ou dos escândalos e polêmicas criados por estas "pseudo" alguma coisa (achei que a denominação celebridade, mesmo que entre aspas, era uma "qualificação" demasiada).
Eu fico me perguntando o quê leva este tipo de pessoa a tentar chamar a atenção por estas aparições fugazes?! Não dá para crer que alguém em sã consciência ache que é legal ou interessante para a sua imagem ter este estilo "pseudo" de ser algo ou alguém.
Assim como tem àquela máxima de que alguns homens pensam mais com a cabeça de seu membro inferior do que com sua real cabeça, que eu chego a conclusão que essas "pseudo" pensam mais com seus "popozões" altamente rebolativos do que com seus cérebros ( quem sabe atrofiados por falta de uso intelectual).
Como se diz por aí: em época de Carnaval vale tudo.... Será?? Acho que não, pois assim as coisas vão fugir mais ainda do controle, e uma época de descontração pode vir a ser uma época de confusões e escândalos sem fundamento, ou pelo simples e fútil fato de aparecer por aparecer na mídia, naquela imprensa marrom que vive das "pseudo" coisas da vida, criadas por estas "pseudo" pessoas sem fundamento e noção (principalmente a noção, como diria meu pai: falta do "disconfiometro" ligado).
Por isso, minha gente, é que devemos aproveitar os fatos interessantes do Carnaval, assim como as reportagens com algum conteúdo. A beleza está nos desfiles das escolas, nos seus enredos e alegorias e não nos milhares de "pseudo" bundas, peitos, coxas que insistem em preencher os espaços da tela da TV.
Neste momento, pensando "nelas" chego a ficar até com pena, pois penso que o fim do Carnaval para muitas seja até como a própria morte!! É triste esperar o ano todo por um único momento de realização no ano ou até mesmo na vida. Ainda mais triste, é pensar no que se resume esta realização.

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Sejamos invejosos do bem!

Quem diz que não tem inveja, desculpe-me, mas está mentindo e com a maior cara de pau! Inveja faz parte de nós. Não adianta, mas infelizmente ela está dentro da gente e quando sentimos desejo naquilo que o outro tem lá está ela se manifestando dentro de nosso íntimo. Às vezes causa tristeza e frustração e em outras vezes apenas vontade de correr atrás para também ter aquilo.
Não acho que seja um sentimento abominável, nem que não deva existir. Muitas vezes faz bem tê-la, pois desperta a vontade de correr atrás, lutar, crescer na vida, de se mexer! O quê é ruim é quando ela desperta o lado ruim nas pessoas, quando torna uma pessoa capaz de ferir outra. Na verdade, acho que existem dois tipos de inveja, como dizem: a boa e a ruim.
Como já mencionei, a inveja boa é aquela que te dá vontade de correr atrás, de se mexer para alcançar aquilo que o outro tem e você também queria ter ou ser. Creio que a inveja boa seja apenas uma manifestação mais forte daquilo que chamamos de admiração. Quando admiramos uma pessoa de tal forma que colecionamos vários materiais de sua vida, temos curiosidade de saber tudo sobre ela, a achamos linda e maravilhosa, creio que isso é inveja da boa. Agora, quando se manifesta na vontade de ver a outra pessoa também sem aquilo que queremos, então, meu Deus, estamos tendo uma manifestação da inveja ruim.
A inveja ruim nos transforma em verdadeiras “máquinas de destruição da felicidade alheia”. Aqui a admiração dá lugar ao ciúme. Ela se manifesta em atitudes imprimidas na pessoa que invejamos; aqui o dilema é: se eu não tenho, então o outro também não pode ter. A felicidade do outro incomoda, sentimo-nos frustrados por não a ter, nos achamos inferiores, e ao invés de correr atrás para conseguir também, não, preferimos é destruir a felicidade que nos incomoda no outro. É muito triste. O grande perigo aqui é que é muito mais fácil destruir do que correr atrás, pois ir atrás exige força de vontade e coragem para dar a cara a tapa. Às vezes não é apenas a felicidade que nós invejamos, mas esta coragem do outro de dar a cara para bater.
Também ninguém pode dizer que nunca sentiu este tipo ruim de inveja, pois novamente estaria mentindo de maneira deslavada. Todos nós infelizmente a sentimos, o que muitos fazem é inverte-la e, assim, tornam ela boa.
Eu já senti, confesso aqui e agora, muito dessa inveja ruim, mas descobri que ela não só machuca o outro, mas a nós mesmo de maneira muito pior. Não lutar contra essa espécie de inveja é nos afundar num mar de sentimentos ruins, é tornamos pessoas ruins de caráter.
Assim, a inveja ruim não destroi só a felicidade alheia, mas a nossa própria felicidade.
Deixar que ela se estabeleça dentro de nós de forma ruim é jogar-se de cabeça ao fundo do poço!
Sejamos invejosos, mas invejosos do bem!!!

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

Quando o recalque emburrece!

Fico pensando que a inteligência é uma das melhores virtudes dos seres humanos, porém que é facilmente afetada e paralisada quando não equilibrada com uma autoestima forte. Vejam só vocês o caso dessa moça Elenita, participante do BBB10, uma doutora em lingüística, professora da UNB, uma das melhores e mais tradicionais universidades federais do Brasil; pessoa com um currículo de dar inveja e que é espelho de sua capacidade intelectual. Daí já parte a sua grande vantagem com relação aos demais integrantes pois, como não poderia deixar de ser, é a única que compreende perfeitamente o que o Bial diz nas entrelinhas de seus discursos direcionado aos "brothers".
Exemplo claro disso? Nesta última terça -feira, quando foi eliminada graças a Deus aquela Tessália, Elenita foi a única que compreendeu que Bial, de uma forma educada e inteligente, disse que Tessi (apelido dado no programa) tinha saído com índice de rejeição altíssimo e que a maior fonte de antipatia era justamente o local de onde esta menina tinha surgido como o fenômeno da mídia, a Internet. Enquanto os demais "Brothers seguiam caminhos diversos e absurdos sobre o discurso de eliminação que acabaram de ouvir, Elenita simplesmente de forma clara e precisa traduzia resumidamente a realidade das palavras ditas por Bial para Michel que, por sua vez, era puro melodrama pela perda da amada, Affff!!!
Entretanto, Elenita perde todo seu poder de vantagem dos demais quando deixa com freqüência que suas inseguranças físicas e emocionais acabem conduzindo a maioria de suas ações dentro do jogo. A doutora em lingüística some em frente à Elenita recalcada, à Elenita que tenta passar que se ama, mas que na verdade se odeia, à Elenita que não assume, mas queria ser de outro jeito, à Elenita que acha que todos a criticam e julgam por sua gordura, à Elenita que interpreta qualquer elogio de seu físico como uma ironia daquele que a elogia . Todo o seu poder se esvai e Elenita torna-se peça fraca no jogo quando é só recalque.
As atitudes agressivas e aquela necessidade de retrucar tudo é apenas uma armadura de Elenita. Sua frase "eu sou assim e não vou mudar, "f" o resto" é seu grito da guerra que declarou a sí mesma, em que pese ela jurar que é em razão da futilidade alheia. Aliás, Elenita é fútil também, pois ela mesma dá excessivo valor a beleza que condena; existem duas Elenitas em conflito, aquela que é doutora contra aquela que é só recalque e, essa última, infelizmente, parece-me estar ganhando.
O recalque de Elenita a emburrece e, inevitavelmente, a lança diretamente em direção a eliminação precoce daquela participante que tinha a "faca e o queijo na mão" para ler a vitória.
Não diz a lenda que Sansão perdeu a força quando teve seu cabelo cortado? Então! Elenita perdeu a força quando teve sua inteligência paralisada pelo recalque; Sanção ficou fraco, Elenita emburreceu e ambos perderam suas vitórias, é o fim!

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

A Escolha Certa


Sempre tive muita facilidade para me decidir. Até hoje nunca tive muita certeza se este meu modo de ser era bom ou ruim, pois geralmente as escolhas que tomei até hoje, graças a Deus, deram certo! Todavia, venho nos últimos tempos tendo dificuldade para escolher, além de um enorme medo pós-escolha feita!
Nunca pensei que montar uma casa era tãooooooo complicado. Vivo nessa angustia por ora, mas espero sinceramente que após tudo feito minha antiga condição de mulher decidida e confiante com a sua escolha volte, pois não sei se agüentarei mais momentos de angustia como os que tenho passado. É uma verdadeira loucura!
Creio que quase infarto ao ficar pensando se a cor do sofá que escolhi, e que só chega daqui 30 dias, realmente combinará com as cadeiras que encomendei, mas que por darem problema foram levadas para o reparo e só voltam depois de 40 dias, ou seja, após a entrega do sofá e, assim, mais 10 dias de angustia a mais para saber se vão ou não combinar. Tudo isso também só aumenta, pois devido a um orçamento mais apertado e uma escolha de uma profissional frustrada, resolvemos, meu noivo e eu, encarar esse desafio de decorar uma casa sozinhos.
Olha, o que tenho gastado com revista de decoração não é brincadeira. Graças a Deus - coitado! não deve mais agüentar as minhas súplicas - a minha mãe tem um ótimo gosto e sentido de espaço para decorar, assim suas dicas têm me ajudado muito a sair da indecisão e escolher as peças adequadas.
Assim vou levando as coisas. Agora, entretanto, já sofro por antecipação pelas futuras escolhas que ainda vêm em relação ao casório.....Ai Jesus (dei uma folguinha ao Pai, já era hora, né!?)

P.S: Depois de tudo pronto posto uma fotinho da decoração!

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Alô, Alô, tem alguém aí em cima?

Segunda-feira já não é ao natural nada agradável, agora imagine uma segunda-feira de volta ao trabalho depois de um período de férias na praia; imaginou? É, deve ser horrível você deve estar pensando! Bom, então te afirmo categoricamente, sim, é horrível ou muito pior, é um pesadelo!!! Afinal, estou nesse exato momento vivenciando essa situação; já são 14hs e eu ainda não consegui restabelecer nenhuma conexão lógica com meu cérebro, sinceramente desconfio que retornou apenas o meu corpo das férias, meu cérebro continua a se divertir no litoral!!
Alô, alô. tem alguém aí?? Socorra-meeee, por favor!

domingo, 17 de janeiro de 2010

Àquele inevitável encontro pós férias


Cá estou eu de volta à realidade!
Infelizmente as minhas férias chegaram ao fim. Àquele relaxamento total se foi dando espaço para a minha querida e conhecida rotina. De volta ao lar reencontro as minhas queridas coisinhas em seus devidos lugares, caminho pela casa reconhecendo o meu terreno, até que já estava com saudades!! Entro num cômodo, saio de outro, mas quando chego a porta do banheiro sinto um certo incomodo - não, não é dor de barriga - entro meio receosa e logo já desvendo a origem de todo esse clima tenso que involuntariamente me afligiu simplesmente ao aproximar-me da porta do banheiro. Tento evitar um contato mais direto com àquela que é a origem de toda minha atual aflição, mas não dá, ela possui um poder de persuasão sobre minha pessoa inacreditável, logo já estou com meus pés em cima dela; já descobriu de quem se trata?
Sim, trata-se dela, ela mesma, a balança!! Já sabia que teria que encontrá-la e que não conseguiria resistir ao seu chamado - ela deve ter um canto igual aos das sereias em cima dos marinheiros, pois sou atraída por completo por ela, totalmente enfeitiçada. Acho que fui apresentada a ela quando nasci e desde então nossos encontros são sempre cheios de tensões. Olha, não me recordo de alguma vez em meus 27 anos ter tido um encontro tranqüilo. Pois bem, confesso, neste não foi diferente, aliás, foi terrível, pois acabo de descobrir que engordei em apenas 15 dias de férias os 6 kgs que levei mais ou menos 6 meses para perder.
Inacreditavelmente, entretanto, não tive um ataque de raiva e não quis, como na grande maioria das vezes, atirá-la pela janela, simplesmente aceitei a minha gordurosa realidade - acho que já desconfiava, pois nesta semana comprei duas revistas sobre dietas - e, assim, acabo de estabelecer uma meta, ou melhor, restabelecer mais uma meta: perder 16 kg até o meu casamento em outubro. Não adianta chorar, a gordura não será eliminada pelas minhas lágrimas! Agora é mais uma vez hora de criar vergonha na cara, fechar a boca e de preferência malhar todos os dias possíveis, quais sejam, os sete dias da semana!
Tendo em vista os nossos encontros sempre inevitáveis e terríveis, rendo-me, por fim, à ela!
E então o que vai ser: dieta dos pontos, da linhaça..... pensa rápido menina, amanha já é segunda -feira!!!!


sexta-feira, 8 de janeiro de 2010

Lixo é na Lixeira, entendeu?


Não dá para acreditar que tem gente que come, bebe e vai embora deixando tudo isso na areia. Como pode ser tão cara de pau assim? É triste andar à beira mar e ver todo aquele resto de latinha, espiga de milho, papel, plástico entre outros tantos dejetos deixados ali. Ninguém se dá conta que depois vai tudo para dentro do mar e que na maioria das vezes animais de todas as espécies marinhas acabam comendo e, por sua vez, morrendo? Será que as milhares de campanhas e outras noticias sobre o rumo desse lixo deixado na areia tem não adianta para mostrar o caminho da destruição que se está indo? Meu Deus, que raiva que me dá! Às vezes tenho que controlar para não gritar “ô seu porco, volta aí e recolhe esse lixo todo”.

Acho que o governo tem muita culpa por não manter uma campanha de saneamento básico, por não controlar os desmatamentos e as construções das encostas irregulares. Entretanto também acho que todos nós também temos uma grande parcela de culpa ao jogarmos lixo no chão ao não controlarmos a emissão de nossos próprios gases. Gosto de ver as pessoas nas enchentes chorando e culpando só o prefeito e o governador pelo não escoamento da água pelas bocas de lobo entupidas de lixo, pois se fores ver, quem é que jogo esse lixo que ali fica acumulado entupindo as bocas de lobo? Ora, àquela mesma pessoa que agora culpa as autoridades por ter sua casa invadida pela água da chuva.
Não adianta, pois todos nós temos que fazer a nossa parte. Lixo é na lixeira! Não é peso nenhum para as pessoas levarem para praia uma sacola para depois juntar o seu lixo e jogar na primeira lixeira; assim como no próprio carro ter um lixinho para jogar o lixo que teria a janela e por conseqüência a rua como lixeira pública. Ah, córregos não são lixões públicos, viram? Mesmo que eles realmente não pareçam com lixões, é sempre bom avisar, pois, pelo jeito, tem gente que não sabe!
É, pelo jeito só vamos aprender mesmo quando a natureza terminar com tudo. Quando sua fúria tomar muito mais força do que a de agora. Vão ter que ser milhares de mortes por soterramento, por enchentes, por incêndios nas matas. Quando o homem terminar com o equilíbrio ambiental a natureza pelo jeito se encarregará de terminar com a raça humana.
Mas não me canso de repetir, tudo tem jeito ainda, pois lixo é n lixeira!!

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Programação chuvosa no litoral


Certamente praia e chuva não é uma combinação perfeita, muito pelo contrário! Pensei que este ano teríamos mais sol no início do veraneio, pois ao contrário das últimas entradas de ano o sol predominou nesta. Fiquei animada! Como de costume tirei as duas primeiras semanas de janeiro de férias e assim já achei que o meu bronzeado estava garantido, bem como os dias à beira mar literalmente espraiada na areia.

Entretanto, quem resolveu dar o ar da graça? A nossa queridíssima dona chuva. Parece que fez de propósito, atrasou sua chegada para nos pegar totalmente desprevenidos; animou nossos ânimos para depois dar-nos um belo e literal banho de água fria.
Todavia resolvi não me entregar ao desanimo. Pensei como o mais otimista dos veranistas que poderia sim me divertir num dia de praia com chuva e comecei a planejar a minha programação “praiana chuvosa”. Assim a primeira coisa que resolvi foi aproveitar e continuar a ler aquele belo livro que trouxe na mala, mas que em razão de dias ensolarados havia deixado de lado; mais tarde ainda botei o papo em dia em uma agradável roda de chimarrão com o pessoal da casa onde eu estava. Constatei que dias de chuva às vezes são mais agregadores do que dias ensolarados, pois ao não termos tantas opções de programas acabamos reunindo todas as pessoas com quem estamos veraneando em um só lugar. Nestas horas até achamos que praia com chuva não é tão ruim assim, pelo menos para mim não foi!
Assim o meu dia de chuva na praia passou tão animado e produtivo como um belo dia de sol. Aproveitei e botei a leitura em dia, deliciei-me com um belo livro, depois ainda pude jogar conversa fora em uma animada roda de chimarrão. Ah, esqueci de dizer que depois a chuva deu uma trégua e aproveitei e fui dar uma namorada caminhando na beira do mar, com àquele cheirinho de chuva no ar, humm que coisa bem boa!
Na verdade, a única desvantagem que vi foi a possibilidade de o ponteiro da balança ter subido. Neste dias a tentação alimentícia fica bem mais próxima.
Com isso o meu dia que tinha tudo para ser de total tédio pela chuva foi super prazeroso. Vi que é só não nos deixarmos desaminar pelo tempo ruim que podemos encontrar soluções bem divertidas para passar o tempo.
Por fim ainda tenho uma dica: para quem gosta de jogos de carta e tabuleiro eles também são uma ótima programação para estes dias.

domingo, 3 de janeiro de 2010

FEMINISMO DO SÉCULO XXI

Hoje ao ler uma reportagem no caderno Donna da Zero Hora sobre uma das primeiras escritoras feministas do Brasil fiquei pensando em todos os ideais desse movimento e como aplicá-los aos dias de hoje. Acho que muitos desses conceitos devem ser revistos, pois as mulheres da atualidade já conseguiram o principal: a independência de suas vidas sem a necessidade de uma figura masculina ao lado, ou seja, para ser uma mulher respeitada não precisa mais ser a mulher de algum homem renomado perante a sociedade.
Temos que pensar que quando surgiu esse movimento de liberdade da mulher, denominado feminismo, a mulher não podia sair de casa sozinha sem ser mau vista, não podia trabalhar sem a permissão do marido, tinha que ser prendada para os afazeres domésticos para conseguir um bom partido e com isso uma vida confortável, não podia até mesmo votar; a vida de uma mulher só existia quando essa tinha um homem para guiá-la.
Hoje, graças a este movimento e as mulheres corajosas que o encabeçaram, as mulheres possuem toda a liberdade para reger a sua própria vida sem a necessidade de um marido a tira colo; é claro que ainda existe muito machismo, mas já conseguimos ver mulheres em postos onde só se viam figuras masculinas, vemos mulheres ocupando cargos de chefe de estado.
Todavia, mesmo tendo conquistado coisas importantes para as mulheres, acho que se perdeu também coisas importantes exclusivas do universo feminino. Creio que na verdade o sentido inicial de equiparar-se aos homens dado por esse movimento distorceu-se ao longo dos anos, pois essa figura da mulher caçadora, pegadora, não combina com os ideais feministas, apesar de muitas justificarem essa postura no universo da liberdade feminina, naquela máxima “se o homem pode porque a mulher não pode?”
Vejam a discrepância, pois tenho amigas que vão às festas ficam com milhares de caras, posam como mulheres fatais e auto-suficientes, mas que ao chegarem em casa caem aos prantos por se sentiram totalmente usadas, por àquele carinha da noite passado de sexo tórrido não ter ligado na semana seguinte. Devemos tomar ciência de que determinadas atitudes nada tem haver com a verdadeira essência da pessoa.
Não se deve buscar aquilo que não somos por natureza; homem é homem e mulher é mulher, é assim que eu penso. Acho que quando falamos de trabalho, liberdade de escolha, direito de guiar a sua vida da maneira que se quer, não podemos dizer que isso é oriundo de um sexo e que por isso temos que ser igual a ele. Agora, quando falamos de hormônios que guiam determinados sentidos e atitudes aí sim falamos de diferença de sexos, exemplo: uma mulher não pode querer ter mais força que um homem, pois isso é exclusivo de um homem pela própria natureza orgânica de seu corpo.
Portanto, quando não se tem uma personalidade para tomar ou agir em face de uma atitude não se pode querer forçar a sua essência para tornar-se algo que não é só para demonstrar que é mais do que alguém do sexo oposto.
Assim, acho que devíamos, nós mulheres, repensar determinados conceitos vindos do feminismo de outros tempos e resgatar atitudes femininas antigas para os tempos modernos; mulher pode sim querer que um homem abra a porta do carro, que mande flores, que a peça em casamento lhe dando uma lindíssima aliança sem deixar de ser uma grande profissional reconhecida perante o mercado de trabalho.
Não se deve buscar aquilo que não somos por ideais antigos e, ainda, distorcidos! Devemos esquecer dessa eterna luta travada entre os sexos e assumir que ambos têm diferenças incomunicáveis e que, por sua vez, também podem ser iguais nas mesmas proporções.

sábado, 2 de janeiro de 2010

Bem Vindo a 2010!

E aqui estamos, mais precisamente no segundo dia do ano! A festa foi boa? Na verdade igual a de quase todos os outros anos para algumas pessoas, super boa e inesquecível para outras e trágica para outras tantas.

Como será este ano? Trágico? Talvez, pois já temos a primeira notícia trágica vindo do paraíso turístico de Angra dos Reis.

E o que podemos mais esperar? Bom, o que mais ou menos sabemos: a cerimônia do Oscar em março; o centenário de Chico Xavier em abril; os 40 anos do gibi da Mônica em maio; a abertura da copa, a estréia de Eclipse a continuação do filme Lua Nova, a estréia de Toy Story 3, tudo isto em junho; a final da copa do mundo em julho; as eleições em outubro; e mais uma vez o final de mais um ano em dezembro.....

E de nós em 2010? Só Deus sabe! Na verdade lá vamos nós e a nossa vidinha, continuando a nossa história de vida, escrevendo mais um capítulo baseado em algumas promessas de ano novo....

 E  o resto? O resto te conto mais tarde, daqui à 12 meses!